Problemas e soluções

Problemas e soluções

Porque é que o cordão sai poroso, porque é que o eléctrodo cola, porque é que o fio faz ninho.

Diagnóstico por sintoma, com as causas ordenadas pela frequência com que são a resposta e não pelo interesse que têm.

Uma regra cobre quase toda esta secção: a máquina costuma estar inocente. Um eléctrodo que cola é quase sempre a corrente ou a ligação de massa; um fio que alimenta aos solavancos é quase sempre o bico de contacto; um disjuntor que dispara é quase sempre a curva errada ou uma extensão enrolada no tambor. Trabalhar de fora para dentro — consumíveis, ligações, cabos, alimentação e só depois a máquina — resolve a grande maioria sem abrir uma carcaça.

Perguntas frequentes

O eléctrodo cola. O que verifico primeiro?

Mais 10 A. A maior parte dos casos acaba aí. Se continuar a colar, olha para a pinça de massa e para aquilo onde está presa, depois para a secção do cabo, e depois para saber se os eléctrodos estão húmidos.

O arco do MIG falha aos solavancos mas o fio alimenta bem.

Então é contacto eléctrico e não alimentação: o bico de contacto ficou oval de gasto e o fio está a abrir arco lá dentro. Um bico não custa quase nada — muda-o antes de investigar seja o que for.

O disjuntor dispara assim que ligo a máquina.

Corrente de arranque contra um disjuntor de curva B. Um inversor carrega os condensadores ao ligar e a curva B lê isso como defeito. A solução é um disjuntor de curva C, instalado por um electricista — e não um calibre maior com a curva errada.